O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou que a meta do governo é desenvolver a indústria nacional farmacêutica para que 70% das necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS) em medicamentos e insumos farmacêuticos (IFAs) sejam produzidos nacionalmente até 2033.
"Saúde é o segundo déficit da balança comercial brasileira. O primeiro é T.I. Nós produzimos pouco e importávamos muito numa área estratégica. Veja a Covid, faltavam respiradores. Foi feito um esforço para aumentar a produção nacional, estamos chegando em 50% de produção nacional, a meta é chegar a 70% até 2033", afirmou Alckmin.
O vice-presidente, que concorre à reeleição com Lula, afirmou que o Brasil bateu recorde de exportação mesmo com o tarifaço, com US$ 349 bilhões exportados. A pauta da soberania nacional e da defesa contra o tarifaço faz parte da plataforma de campanha do presidente.
A fala do vice-presidente ocorreu durante participação no Fórum Saúde, realizado em Brasília nesta quarta-feira (19). O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) e o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes também participaram.
Nesse sentido, o vice-presidente defendeu que a reforma tributária estabeleceu isonomia tributária para fortalecer a indústria local. "Estabeleceu também, na medida, que os insumos farmacêuticos, quando não tem produção nacional, você têm ex-tarifário, você não paga imposto", disse o ministro.







