Defasagem tecnológica brasileira ajuda a explicar saldo negativo, com problemas que vão de remédios a carros elétricos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Rafael Cagnin: setor farmacêutico brasileiro “está longe de acompanhar o ritmo inovativo que acontece no resto do mundo” — Foto: Celso Doni/Valor A indústria de transformação fechou o primeiro semestre do ano com déficit comercial de US$ 38,2 bilhões, o mais profundo da série histórica iniciada em 2000. De janeiro a junho de 2025 o saldo negativo foi de US$ 37 bilhões, agora o segundo mais acentuado da série. O resultado da indústria na primeira metade deste ano contrasta com o desempenho da balança comercial total do país. Puxada pela exportação de commodities, a balança total acumula saldo positivo de US$ 49 bilhões de janeiro e julho e deve ter em 2026 superávit superior ao projetado no início do ano.

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