Os planos de governo apresentados pelo presidente Lula (PT) e pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) divergem na condução da economia, da segurança pública e de relação com os demais Poderes.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) propõe um tesouraço na economia, com corte de ao menos dez ministérios e um novo teto de gastos, enquanto o atual mandatário defende manter o arcabouço fiscal e investimento público para incentivar o crescimento.

Veja abaixo:

Lula: o plano econômico propõe manter o arcabouço fiscal e aumentar os investimentos em setores como infraestrutura logística e indústria para que o Estado induza o aumento da produtividade. "Nosso desafio é sustentar taxas robustas de crescimento, ampliar os investimentos, elevar a produtividade e consolidar os avanços promovidos pela reforma tributária e pelas políticas de desenvolvimento produtivo."

Algumas das propostas são lançar mais uma edição do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para obras públicas, manter o ritmo de leilões de concessões de rodovias e ferrovias e incentivar o mercado imobiliário com o programa Minha Casa, Minha Vida.