Especialistas afirmam que combate aos efeitos de eventos extremos deve considerar características sociais que tornam alguns grupos mais suscetíveis ao risco ambiental 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Em um país marcado por desigualdades sociais, raciais e econômicas, a exposição a ondas de calor, secas, enchentes e outros eventos extremos é maior entre populações que têm menos acesso a infraestrutura, serviços públicos e condições para se proteger. A adaptação, portanto, precisa considerar as características de cada território e de quem vive nele, defenderam especialistas em debate promovido pelo Observatório do Clima, no Museu do Amanhã, no Rio, nesta terça-feira (11).
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