O ministro Edson Fachin, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou, nesta segunda-feira (10), que a transparência também precisa praticá-la. Para o magistrado, a se paração de Poderes, pois cada um deles "exerce também uma função de controle recíproco sobre os demais".
"Todos, sem exceção, submetem-se ao escrutínio da imprensa e da sociedade civil", disse o ministro. Segundo ele, a confiança "nasce menos do que se diz e mais do que se faz: de como se age, de como se decide e, sobretudo, de como se responde às crises".
A declaração desta segunda-feira (10) foi dada por Fachin na abertura da série de seminários "O Judiciário em Debate: Integridade, Eficiência e Acesso à Justiça". O evento é promovido pela Folha em parceria com a OAB-SP (seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil) e tem o apoio da AASP (Associação dos Advogados).
O magistrado também afirmou que integridade é a "disposição permanente de colocar o interesse coletivo acima da conveniência pessoal ou corporativa".
"Uma instituição pode cumprir rigorosamente a legalidade e, ainda assim, falhar do ponto de vista da integridade se permitir que práticas informais, privilégios não declarados ou opacidades administrativas corroam a confiança que lhe foi depositada", disse Fachin.







