A ideia é identificar quanto do orçamento de cada prefeitura contribui para reduzir emissões ou preparar a cidade para eventos extremos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Calor extremo — Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Representantes de sete cidades brasileiras vão se reunir em São Paulo, de 11 a 13 de agosto, para discutir como colocar a prevenção e o combate aos efeitos das mudanças climáticas dentro dos orçamentos municipais. O Rio chega à mesa como pioneiro: foi a primeira cidade da América Latina a adotar o chamado orçamento climático, em novembro de 2023. Na época, apenas cerca de uma dúzia de cidades no mundo, entre elas Londres, Paris, Nova York e Barcelona, utilizavam o instrumento, que segue a metodologia da C40 Cities, rede internacional que organiza o evento junto ao Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e Energia (GCoM). A ideia é simples: identificar quanto do orçamento da prefeitura contribui para reduzir emissões ou preparar a cidade para enchentes, ondas de calor, secas e outros eventos extremos. A discussão ganha ainda mais urgência neste ano, diante da intensificação dos efeitos do El Niño. Gestores de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Recife e Campinas estão confirmados no encontro.
De olho no impacto do El Niño, cidades discutem como adotar orçamento climático, a exemplo do Rio
A ideia é identificar quanto do orçamento de cada prefeitura contribui para reduzir emissões ou preparar a cidade para eventos extremos








