Em ‘As regras’, novo volume da ‘tetralogia da perda’, autora mostra que 'mulheres também podem jogar' 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Lilian Sais é da linhagem de Clarice Lispector, como não poucas jovens autoras desta e de gerações anteriores — Foto: Divulgação Logo na página 17 Lilian Sais expressa com clareza o que ora se oculta ora se revela, em multiplicadas ondas, nas dobras da narrativa: “Meu pai se chamava Roberto. Este livro é um acerto entre as nossas regras”. As regras da vida, as regras do futebol, a regra parte do ciclo menstrual... Tal como se dá nos livros anteriores desse conjunto que a autora chama “tetralogia da perda”, “As regras” é um ajuste de contas com o luto e a fluidez do tempo.

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