A perda de informação elevaria a volatilidade dos preços dos ativos e prejudicaria a coordenação das expectativas Na apresentação do Relatório de Política Monetária em 25 de junho, o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou que o problema de comunicação do último Copom teria sido de excesso, e não de falta de informação, e sugeriu deixar os comunicados mais concisos, reservando explicações para a ata. O desabafo respondeu às críticas ao corte da Selic para 14,25% mesmo sem perspectiva de cumprimento da meta no horizonte relevante. Alguns analistas endossaram a tese de que a maior incerteza recomenda menos informações e o abandono do forward guidance, para que o Copom não se torne refém de sinalizações sobre seus próximos passos.
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