Quando uma atleta ultrapassa o sarrafo no salto em altura, a imagem não precisa acompanhar sua queda em câmera lenta. Se a corrida, a impulsão e a passagem pela barra já foram registradas, o replay pode terminar ali.
A orientação está em um guia lançado pela EBU (União Europeia de Radiodifusão) em junho, que reúne recomendações para a cobertura televisiva do atletismo feminino.
Holly Bradshaw, que competiu nas Olimpíadas de Paris, ajudou a formular o guia - Aleksandra Szmigiel - 05.ago.24/Reuters
Produzido em parceria com a European Athletics, o documento, batizado de "Raising the Bar: Guidelines for Respectful Media Coverage in Women's Athletics" (Elevando o padrão: guia para uma cobertura respeitosa do atletismo feminino pela mídia), conta com 23 páginas e trata de uma etapa pouco visível para quem acompanha as competições: as decisões tomadas na cabine de transmissão.
O manual concentra as orientações no posicionamento das câmeras, na escolha dos enquadramentos e no uso de replays.













