Decisão não obriga comunidades locais, mas reconhece direitos de pessoas homoafetivas e rechaça discriminação 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Assembleia da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil em Salvador — Foto: Reprodução/Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/07/2026 - 09:17 Igreja Presbiteriana Unida aprova inclusão de LGBTQIAPN+ como membros e pastores A Igreja Presbiteriana Unida (IPU) aprovou a inclusão de pessoas LGBTQIAPN+ como membros e pastores, decisão que não é obrigatória para comunidades locais, mas permite inclusão sem discriminação. A decisão, tomada em assembleia geral, reforça o posicionamento da IPU contra discursos de ódio e práticas como a "cura gay". A IPU se junta à Igreja Episcopal Anglicana do Brasil no reconhecimento de direitos LGBTQIAPN+. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Igreja Presbiteriana Unida (IPU) decidiu que pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ podem ser recebidas por igrejas locais como membros e podem, a depender do preenchimento de critérios vocacionais, atuar em funções pastorais. A deliberação, tomada durante assembleia geral da entidade em Salvador, entre 17 e 19 julho, não fixa uma doutrina, mas abre caminho para a inclusão desses fiéis. A informação foi antecipada pela Folha de S. Paulo. A decisão chega três anos depois de a IPU criar uma Comissão Especial para Assuntos de Gênero, que reuniu pessoas da comunidade, representantes de presbitérios e pastores que celebravam casamentos homoafetivos, entre outros. O grupo estudou documentos oficiais da igreja, fez reuniões, escutou representantes locais e promoveu um seminário aberto para avaliar o tema. Ao longo do trabalho, o grupo identificou haver uma diversidade de visões sobre a comunidade LGBTQIAPN+, com abordagens inclusivas e conservadoras. No entanto, foi geral a preocupação com que o assunto não gerasse possíveis novas rupturas. A IPU se formou a partir de expurgos da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) de pastores ligados a uma agenda de democracia e justiça e se organizou, nos anos 1970, como uma federação de igrejas locais. A decisão reforçou o posicionamento da IPU contra discursos de ódio e formas de opressão e discriminação, inclusive contra orientação afetivo-sexual. Promove ainda a condenação a práticas conhecidas como "cura gay". A IPU agora se junta à Igreja Episcopal Anglicana do Brasil como denominações históricas que reconhecem os direitos de pessoas da comunidade LGBTQIAPN+.
Igreja Presbiteriana Unida aprova inclusão de pessoas LGBTQIAPN+ como membros e pastores
Decisão não obriga comunidades locais, mas reconhece direitos de pessoas homoafetivas e rechaça discriminação







