PUBLICIDADE Decisão foi tomada pelo Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil orienta fiéis e pastores a não participarem dos movimento 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O movimento Legendários — Foto: Reprodução/los.legendários.org RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 29/07/2026 - 07:32 Legendários reage a críticas da Igreja Presbiteriana do Brasil O grupo Legendários respondeu à decisão da Igreja Presbiteriana do Brasil de desaconselhar a participação de seus membros no movimento, respeitando a posição da igreja. A IPB considera o Legendários incompatível com sua doutrina, citando práticas como gritos de guerra e a identificação numérica de participantes. Fundado em 2015, o movimento atua em 24 países, promovendo ações humanitárias e suporte emocional. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O grupo Legendários respondeu nesta quarta-feira à decisão da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) de orientar pastores, presbíteros, diáconos e membros a não participarem ou apoiarem o movimento. Em nota, a organização afirmou que "respeitamos e valorizamos as diferentes denominações cristãs e suas respectivas decisões". O posicionamento (leia a íntegra abaixo) foi assinado por Joshua Catalan, identificado como "Legendário número 8" e vice-presidente de Essência e Projetos Especiais do grupo. Segundo ele, o movimento reúne "pessoas de diversas realidades, crenças e costumes" em 24 países, somando mais de 220 mil integrantes. "A fome, a sede, a angústia e a depressão não têm religião", diz o texto, que classifica o Legendários como "um movimento humanitário" voltado a ações que contribuem para "comunidades mais fortes, solidárias e com o bem comum". Como exemplos, a nota cita a perfuração de poços de água na África, apoio a vítimas de uma catástrofe recente na Venezuela e milhares de atendimentos de suporte emocional. A resposta vem um dia depois de o Supremo Concílio da IPB, reunido em Manaus, aprovar recomendação que considera o movimento incompatível com a doutrina da denominação. O parecer, baseado em documento do Sínodo do Tocantins, aponta que o Legendários adota metodologias "pragmáticas, neopentecostais e experienciais", inspiradas em técnicas corporativas e motivacionais — como gritos de guerra, camisetas padronizadas e a identificação numérica dos participantes, prática que inclui chamar Jesus Cristo de "Legendário 001". Para a IPB, essas estratégias aproximam a vivência religiosa de uma "experiência de consumo" e podem gerar divisão entre os fiéis que participam do movimento e os demais membros das congregações, o que fragilizaria a autoridade de pastores e conselhos. Criado na Guatemala em 2015 com a proposta de "restaurar o verdadeiro potencial masculino", o Legendários chegou ao Brasil em 2017, por Balneário Camboriú (SC), e hoje conta com apoio de celebridades e políticos. Ao menos 17 cidades e dois estados já instituíram por lei o Dia dos Legendários no país. Leia a nota oficial do Legendários “No Legendários, acreditamos que somos um instrumento para que homens e mulheres, em diferentes partes do mundo, possam se aproximar ou voltar a se aproximar de Deus. Atualmente, reunimos pessoas de diversas realidades, crenças e costumes em 24 países e com mais de 220 mil legendários atualmente. A fome, a sede, a angústia e a depressão não têm religião. Portanto, respeitamos e valorizamos as diferentes denominações cristãs e suas respectivas decisões. O Legendários é um movimento humanitário, e seguimos focados em ações que contribuem para comunidades mais fortes, solidárias e com o bem comum. A exemplo dos poços que levam acesso à água na África, apoio após a recente catástrofe na Venezuela e milhares de atendimentos aos necessitados de apoio emocional.“ Joshua Catalan, Legendário número 8 e Vice Presidente de Essência e Projetos Especiais
Legendários responde à Igreja Presbiteriana e diz respeitar decisão contra o grupo
Decisão foi tomada pelo Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil orienta fiéis e pastores a não participarem dos movimento






