Jessica Roldán, diretora de Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe, aponta problemas recentes como aumento dos gastos correntes e com pessoal O Brasil avançou em reformas que garantiram uma arquitetura fiscal ampla em governos subnacionais, mas ainda não eliminou restrições fiscais, afirmou nesta segunda-feira (20) no Rio a diretora de estudos macroeconômicos do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe, o CAF (antiga Corporação Andina de Fomento), Jessica Roldán.
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