0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O senador Flávio Bolsonaro ao lado do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro: segundo a PF, uma estrutura paralela de espionagem foi montada na gestão — Foto: Cristiano Mariz/O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 20/07/2026 - 17:29 Defesa de Bolsonaro pede revisão de proibição de visitas de Flávio A defesa de Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes a revisão da decisão que impede as visitas de Flávio Bolsonaro ao pai por 90 dias. Os advogados consideram a medida "desproporcional" e prejudicial ao "convívio familiar" e ao contato legal, já que Flávio integra a equipe jurídica do ex-presidente. A defesa argumenta que a publicação de uma carta anterior por Flávio não violou as restrições impostas a Bolsonaro. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes que reconsidere a decisão de barrar visitas do senador Flávio Bolsonaro ao pai por 90 dias. Os advogados sustentam que a proibição é "desproporcional" e "excessiva" por limitar o "convívio familiar" do ex-chefe do Executivo e ainda "impedir" o contato entre o ex-presidente e um de seus advogados. Flávio é listado como integrante da equipe que representa o pai perante ao STF. Em petição assinada nesta segunda, a defesa de Bolsonaro voltou a afirmar que o ex-presidente "jamais teve ciência" de que o filho iria divulgar a carta que escreveu "aos brasileiros". Além disso, os advogados recorreram a um outro episódio para argumentar que Bolsonaro não via a redação de uma carta como descumprimento de sua prisão domiciliar. O episódio em questão remonta a dezembro do ano passado, quando o ex-chefe do Executivo escreveu uma carta, posteriormente tornada pública por Flávio, na qual referendava o filho como seu escolhido à pré-candidatura para a presidência. Segundo os advogados, não houve qualquer questionamento sobre o tema. Sob esse argumento, a defesa argumenta que a divulgação pública de uma carta anteriormente redigida por Bolsonaro não foi entendida como violação às medidas cautelares impostas ao ex-presidente. Por essa razão, o ex-chefe do Executivo não pensou que seria incompatível, com a domiciliar, a escrita de uma nova carta, alegam os representantes de Bolsonaro. (em atualização)