Na Copa do Mundo de 1978, Kempes voou para impedir o gol; na cobrança, Fillol defendeu e time da casa se reabilitou para a taça 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Kempes voa para defender a cabeçada de Lato, em 1978 — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/07/2026 - 23:02 "Kempes e a 'Mão de Deus' Original: A História do Lance Polêmico na Copa de 1978" Antes de Maradona popularizar a "mão de Deus" em 1986, a seleção argentina teve um episódio semelhante na Copa de 1978. Na partida contra a Polônia, Mario Kempes, destaque do torneio, impediu um gol com a mão. O árbitro marcou pênalti, mas Fillol defendeu. A Argentina, anfitriã, venceu a Polônia e seguiu invicta até conquistar seu primeiro título mundial ao bater a Holanda na final. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Argentina e Inglaterra voltam a se enfrentar numa fase final de Copa do Mundo nesta quarta-feira, em Atlanta (EUA), e é inevitável não lembrar dos dois gols históricos de Maradona em 1986 — um deles, como sabemos, com a mão. Mas quatro antes, o atacante Mario Kempes, herói do primeiro título argentino, protagonizou uma espécie de primeira versão da "mano de Dios". O lance ocorreu no duelo contra a Polônia, na abertura da segunda fase. Anfitriã daquele Mundial, a Argentina passou apenas em segundo lugar no grupo e teria pela frente, logo no primeiro duelo, a Polônia, do atacante Lato. Kempes, artilheiro e melhor jogador da Copa, abriu o placar para os donos da casa, aos 16 minutos. Mas os poloneses foram ao ataque. Em cobrança de falta pela esquerda que cruzou a área, Fillol saiu errado e a bola sobrou para Lato, que cabeceu forte para o gol, com o goleiro ainda tentando se recuperar. Foi quando Kempes voou e salvou o gol com a mão direita. O árbitro sueco Ulf Eriksson marcou pênalti e, na cobrança, Fillol pulou no canto esquerdo para pegar a cobrança de Deyna, capitão polonês. Depois, a Argentina ampliaria com Kempes, que, passou de fase de maneira invicta e sagrou-se campeã pela primeira vez ao vencer a Holanda por 3 a 1, na final.