0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Pressão sobre preços de diesel levou a edição da MP do Frete que pode caducar se não for votada até a próxima quinta — Foto: Hermes de Paula/Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 09/07/2026 - 15:59 Caminhoneiros pressionam Senado por votação urgente da MP do Frete Cerca de 70 caminhoneiros pressionaram o Senado pela votação da MP do Frete (MP 1.343/2026), crucial para manter o piso mínimo do frete e fortalecer a fiscalização pela ANTT. Com a proposta ainda sem pauta e a validade ameaçada, a categoria planeja mobilizar 120 lideranças em Brasília na próxima semana. A MP surge em meio a pressões sobre o preço do diesel, impulsionadas por conflitos no Oriente Médio. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Cerca de 70 representantes dos caminhoneiros fizeram plantão no Senado nesta semana para pressionar os parlamentares pela votação da Medida Provisória do Frete (MP 1.343/2026), que precisa ser aprovada até a próxima quinta-feira para não perder a validade. Como a proposta não foi pautada, a categoria promete levar 120 lideranças a Brasília na próxima semana para intensificar a mobilização para que o projeto seja apreciado. Aprovada pela Câmara em 17 de junho, a MP estabelece mecanismos para garantir o cumprimento do piso mínimo do frete e amplia os poderes de fiscalização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Presidente da Associação Catarinense dos Transportadores Rodoviários de Cargas e diretor-executivo do Instituto Nacional do Caminhoneiro (INC), Janderson Maçaneiro, conhecido como "Patrola", lembra que a Lei 13.703, sancionada em 2018, já instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. Segundo ele, porém, a norma não vem sendo cumprida nem fiscalizada de forma adequada. O tema voltou ao centro das discussões após a pressão sobre o preço do diesel provocada pelos conflitos no Oriente Médio, no fim de fevereiro, cenário que levou o governo federal a editar a medida provisória. — Apesar de a Petrobras ter segurado o preço do diesel, não escapamos da especulação na ponta. Os custos aumentam e não conseguimos repassar essa alta para o valor do frete. Por isso, é fundamental garantir o piso mínimo — afirma o dirigente.