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O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu nesta terça-feira 7, em audiência pública promovida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), que o governo Donald Trump desista — ao menos por ora — de impor um novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros.
Ao lado do irmão, o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que mora nos Estados Unidos, o senador pediu a abertura de negociações entre os dois países, fez uma defesa do Pix e afirmou que este seria “o pior momento possível” para a adoção das sanções comerciais.
A participação ocorre depois de meses de articulação internacional liderada por Eduardo, Paulo Figueiredo e pelo próprio Flávio junto a integrantes do governo Trump. O grupo defendeu a adoção de medidas de pressão contra o Brasil durante a investigação comercial aberta pelos Estados Unidos, incluindo sanções contra ministros do Supremo Tribunal Federal e outras restrições ao governo brasileiro. A atuação levou o Itamaraty a afirmar que o tarifaço teve origem em uma tentativa de interferência externa na Justiça brasileira e a classificar os articuladores da ofensiva como “traidores da Pátria”.













