Duas pesquisas conduzidas no Instituto Weizmann, em Israel, publicadas na Nature Communications e na Science Advances em 2025, buscaram entender melhor como as diferenças sexuais afetam a reação cerebral a estímulos de dor e estresse. A conclusão é de que a resposta pode estar na maneira como se estabelecem as conexões entre os neurônios.
As análises foram feitas inicialmente no Caenorhabditis elegans, um verme muito usado em pesquisas, e posteriormente em ratos.
Com poucas centenas de neurônios, o Caenorhabditis elegan permitiu avaliar células individuais e identificar como cada uma se comporta em organismos XX (fêmeas) ou XY (machos).
Sabe-se que 80% dos genes humanos são equivalentes aos desses pequenos organismos.
Os achados podem ajudar a entender, por exemplo, como as diferenças sexuais no aspecto hormonal e genético afetam a nossa composição neural.












