Ministro diz que conversará com setores afetados e defende uma transição suave, para evitar guerra política Diante do calendário eleitoral e do risco de uma guerra política, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, revelou ontem a intenção do governo de fazer uma transição suave para o Imposto Seletivo (IS), o chamado “imposto do pecado”, em 2027, com a manutenção do nível de carga tributária atual. Assim, o debate sobre alíquotas progressivas do imposto ficaria para o próximo ano, com adoção apenas a partir de 2028. “Para evitar guerra política, vou dar início a essa conversa com os setores em especial impactados pelo Imposto Seletivo para que se faça uma transição suave, se pactue uma não discussão de mérito, mantendo a carga tributária para 2027, para que tenha um ano de debate de como deve vir o Imposto Seletivo a partir de 2028. [...] É isso que vou encaminhar a partir da semana que vem”, disse Durigan ao participar, no Rio, do evento “Caminhos do Brasil - Reforma tributária: o que muda a partir de agora”, iniciativa dos jornais O Globo, Valor e da rádio CBN.

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