0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Capodarte — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 29/06/2026 - 20:04 Capodarte Planeja Expansão com Loja Flagship e Novos Produtos A Capodarte, sob gestão do Grupo Di Santinni, busca expandir seu mercado e atrair franqueados com estratégias como a abertura de uma loja "flagship" em São Paulo e a ampliação de seu portfólio, incluindo jaquetas de couro, meias e echarpes. Com planos de alcançar 200 lojas até 2030, a empresa aposta na queda dos juros para destravar investimentos em franquias. A marca, que visa fortalecer a confiança dos franqueados, pretende também aumentar suas lojas próprias em São Paulo. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Sob o comando do Grupo Di Santinni há quase dois anos, a Capodarte está avançando na reformulação do seu posicionamento de marca para acelerar a captação de franqueados. Enquanto os juros não caem, a grife de sapatos e bolsas femininos voltada para as classes A e B planeja ampliar seu portfólio — jaquetas de couro legítimo, meias e echarpes estão na prancheta —, abrir uma loja do tipo "flagship" em São Paulo e ter novas unidades próprias que sirvam de vitrine para suas coleções. Quando a Di Santinni comprou a Capodarte, por R$ 36 milhões, a marca tinha 42 lojas no Brasil, todas franquias, além de seis no exterior. Hoje, são 45 lojas no país e o mesmo número lá fora — uma no Paraguai, uma na Costa Rica, duas na Guatemala e, agora, duas na Bolívia. Embora a quantidade de lojas tenha mudado pouco nos últimos dois anos, a Capodarte continua mirando chegar a 200 unidades até 2030. — Já temos cinco novas lojas com contrato assinado, ainda em busca de ponto. Mas a verdade é que, quando os juros altos permitem investir sem risco e obter retorno de 15% ao ano (a Selic está hoje em 14,25%), quem tem dinheiro adia o investimento em franquias. Isso atrapalha. Mas estamos convencidos de que, assim que os juros caírem, vamos destravar as franquias — explica Artur Tchilian, cofundador e presidente do Grupo Di Santinni. Foco em franquias Embora admita que o mercado de calçados está "uma catástrofe", o empresário sustenta que o nicho em que a Capodarte opera — sapatos e bolsa de couro, com tíquete médio de R$ 560 — protege seu desempenho. Sem abrir números, Tchilian diz que a rede está crescendo, ainda que a partir de "uma base de comparação muito fraca, já que a marca estava sofrendo quando assumimos". (A Di Santinni comprou a rede da Paquetá Calçados, companhia gaúcha que passou por recuperação judicial entre 2019 e 2023.) — Esse histórico da marca antes da nossa aquisição abalou a confiança dos franqueados, sobretudo os do exterior. Mas estamos recuperando essa confiança — argumenta Tchilian. Segundo ele, uma prova de que a Capodarte quer privilegiar os franqueados é sua intenção de ser mais seletiva no canal multimarcas. Mas todas as novas lojas autorizadas terão de incorporar o rebranding lançado no ano passado e que, só agora, chegou ao seu formato definitivo, diz o empresário. Mesmo com o foco nos franqueados, Tchilian quer aumentar o número de lojas próprias em São Paulo — seu principal mercado — para fortalecer a vitrine do portfólio. — Vamos inaugurar a primeira loja em São Paulo já no novo modelo, no Shopping Bourbon. Era uma loja de uma franqueada que nós assumimos. Queremos ter pelo menos cinco lojas próprias em São Paulo, para ter a certeza de que toda a coleção estará na vitrine. E queremos ter uma Casa Capodarte, uma "flagship" que, além de clientes, também receba nossos franqueados e as multimarcas — adianta o empresário, que procura um endereço no eixo Jardins-Itaim-Higienópolis. — Isso caminha junto com a ampliação do portfólio. No ano que vem, vamos começar a vender jaquetas de couro, meias de qualidade e echarpes. Essa era uma demanda das clientes — acrescenta.
Capodarte decide ir além de bolsa e sapato e terá ‘flagship’ para atrair franqueados
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