PUBLICIDADE País enfrentou temperaturas superiores a 40°C durante o dia na última semana 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Tecido estendido do lado de fora de uma janela e venezianas fechadas para proteger os moradores do calor em Paris, enquanto a França enfrenta uma onda de calor. Maioria das mortes têm acontecido em casa — Foto: Joel Saget / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 29/06/2026 - 18:21 Onda de Calor na França: Funerárias em Paris Sobrecarregadas com 1.000 Mortes Onda de calor recorde na França sobrecarrega funerárias em Paris, com ao menos 1.000 mortes confirmadas. As temperaturas ultrapassaram 40°C, levando a um aumento de óbitos, principalmente entre idosos. Funerárias atingem capacidade máxima, enquanto críticas à preparação do governo surgem. Autoridades alertam para possível nova onda de calor em julho e iniciam a distribuição de ar-condicionado em hospitais. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO As funerárias de Paris registraram, nesta segunda-feira (29), sua capacidade máxima por um aumento de óbitos durante a onda de calor recorde, que deixou pelo menos 1.000 mortos na França ao final da semana passada. O país viveu nos últimos dias temperaturas superiores a 40°C durante o dia e um recorde de noite mais quente com média de 22°C, que chegou a 26,4°C em Paris. As autoridades não descartam outra onda de calor extrema em meados de julho. A agência nacional de saúde pública informou, no domingo (28), que desde a quarta-feira foram registradas cerca de 1.000 mortes adicionais em comparação com os meses anteriores, mas o balanço pode ser maior. Oitenta e cinco por cento dos mortos tinham 65 anos ou mais, segundo as autoridades. As maiores altas reportadas foram registradas nas mortes em domicílio, especialmente em Paris e na periferia da capital. A presidente da Federação Nacional de Funerárias, Élisabeth Charrier, informou, nesta segunda-feira, que a ocupação destas empresas, que costuma oscilar entre 30% e 45% durante o verão, passou de 66% em todo o país. — A principal dificuldade está em Paris, onde as duas únicas funerárias estão no máximo de sua capacidade desde a sexta-feira passada (o que leva muitos a buscar um local fora da capital) — disse Carrier à AFP. A oposição criticou as autoridades pelo que descreveu como uma falta de preparação para as condições meteorológicas extremas. A líder ambientalista Marine Tondelier apelou a "responsabilidades políticas" pelo "grave custo humano". França sedia cúpula do G7: Veja fotos 1 de 12 França sedia cúpula do G7 — Foto: Ludovic MARIN / AFP 2 de 12 O presidente anfitrião, Emmanuel Macron, quer impulsionar uma agenda de temas sensíveis — Foto: Ludovic MARIN / AFP X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 Lula se encontra com Macron durante cúpula do G7 — Foto: Yoan VALAT / POOL / AFP 4 de 12 Emmanuel Macron e Donald Trump durante reunião bilateral — Foto: Ludovic MARIN / POOL / AFP X de 12 Publicidade 5 de 12 Os líderes das sete maiores economias do mundo se reunirão em Évian-les-Bains, às margens do Lago de Genebra — Foto: LAURENT GILLIERON / POOL / AFP 6 de 12 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente da Suíça, Guy Parmelin — Foto: LAURENT GILLIERON / POOL / AFP X de 12 Publicidade 7 de 12 Lula e Janja chegam para o encontro — Foto: Ludovic MARIN / POOL / AFP 8 de 12 Presidente da França, Emmanuel Macron, conversa com pessoas que farão a segurança do local — Foto: Christian Hartmann / POOL / AFP X de 12 Publicidade 9 de 12 A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen — Foto: Ludovic MARIN / AFP 10 de 12 Keir Starmer, Primeiro-ministro do Reino Unido, chega com a esposa, Victoria Starmer — Foto: Isabel Infantes / POOL / AFP X de 12 Publicidade 11 de 12 Encontro é dominado pela análise do acordo do presidente Donald Trump para encerrar a guerra com o Irã — Foto: Mandel NGAN / AFP 12 de 12 O presidente da Suíça, Guy Parmelin, recebe Giorgia Meloni, Primeira-ministra da Itália — Foto: MARTIAL TREZZINI / POOL / AFP X de 12 Publicidade Reunião com o grupo das maiores economias do mundo acontece nesta segunda-feira (15) No início de uma nova reunião de crise, o primeiro-ministro Sébastien Lecornu defendeu o plano do governo para a onda de calor, afirmando que ele "se saiu bem", e anunciou que os primeiros aparelhos de ar-condicionado, dos 30 mil encomendados para hospitais, começariam a chegar até o final da semana. — Quando os serviços de emergência chegam, infelizmente, as pessoas já morreram — lamentou. Uma delas era a tia de Thierry Vanwesemael, técnico de manutenção em um lar de idosos. A senhora, de 80 anos, morava no último andar de um prédio em Paris, "sem elevador", contou ele à AFP. — Em algumas noites, a temperatura chegava a 47°C em seu apartamento — relatou Vanwesemael. Com apenas "dois ventiladores", ela desejava desesperadamente continuar morando em Paris. Sem ter recebido notícias dela no sábado e alertado pelos vizinhos, o homem autorizou a entrada dos bombeiros na casa, mas a mulher já havia falecido. Enquanto aguardava a chegada do serviço funerário, durante várias horas, seu sobrinho e uma amiga colocaram gelo no quarto "para evitar a decomposição do corpo", explicou ele.
Onda de calor recorde na França sobrecarrega funerárias de Paris; ao menos 1 mil mortes foram confirmadas
País enfrentou temperaturas superiores a 40°C durante o dia na última semana














