PUBLICIDADE País contabiliza aumento de vítimas desde 19 de junho, em meio às altas temperaturas do verão de 2026 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Pessoas se refrescam perto da Fontana di Trocadero, com a Torre Eiffel ao fundo, durante uma onda de calor em Paris — Foto: DIMITAR DILKOFF / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 02/07/2026 - 05:36 Onda de calor na França causa mais de 90 mortes por afogamento A França enfrenta uma onda de calor intensa que resultou em mais de 90 mortes por afogamento desde 19 de junho, conforme relatado pelo governo. As vítimas são predominantemente crianças e jovens, que adotam comportamentos de risco em busca de alívio do calor, com temperaturas acima de 40°C. A ministra dos Esportes e da Juventude, Marina Ferrari, destacou a preocupação com o aumento dos casos, que superaram o balanço anterior de 74 mortes. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O governo da França elevou neste mês para mais de 90 o número de mortos por afogamento desde 19 de junho, em um período marcado por uma prolongada e intensa onda de calor. O balanço anterior divulgado pelas autoridades era de 74 mortes por afogamento. "Desde 19 de junho, lamentamos mais de 90 afogamentos. O número é preocupante", disse a ministra dos Esportes e da Juventude, Marina Ferrari, à rádio RMC, nesta semana. As temperaturas começaram a cair no fim da semana, após um período de calor intenso, em que os termômetros ultrapassaram os 40°C. "Observamos uma queda nos últimos dias, porque esse fenômeno está diretamente relacionado aos picos de calor, quando as pessoas procuram maneiras de se refrescar", afirmou a ministra. Crianças e jovens estão entre os grupos mais vulneráveis Sem detalhar as regiões mais afetadas, a ministra destacou diferentes perfis entre as vítimas, como crianças pequenas — "que nunca devem ser deixadas sem supervisão" — e jovens que adotam "comportamentos perigosos", como saltar de pontes para tomar banho ou nadar em canais sem vigilância. O verão de 2025 na França registrou 409 mortes por afogamento, um aumento de 16% em relação a 2024, segundo as autoridades. Entre as vítimas estão 57 crianças e adolescentes.