O ECA Digital determinou que fornecedores de produtos de tecnologia da informação direcionados a crianças e adolescentes ou de acesso provável por eles deverão “adotar por padrão configurações que evitem o uso compulsivo” Proteger crianças e adolescentes do vício em redes sociais continua a ser um desafio para autoridades e órgãos reguladores de diversos países. Na terça-feira (23), o YouTube, controlado pelo Google, chegou a um acordo extrajudicial em processo movido por um rapaz de 16 anos na Flórida. Em março, outra jovem conseguiu uma vitória histórica contra a Meta e o YouTube na Califórnia. Já são milhares de processos contra as mídias sociais nos Estados Unidos. Enquanto isso, o Brasil está implementando uma lei que determina a prevenção do uso compulsivo de serviços de tecnologia pelo público menor de idade.

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