O Japão possui um ótimo conjunto, bons jogadores, pressiona bastante para recuperar a bola, alterna a troca curta de passes com as jogadas em velocidade, mas não tem a improvisação e o talento individual da seleção brasileira, especialmente de Vinicius Junior.
A equipe japonesa se posiciona com um trio de zagueiros, dois alas que atacam e defendem, dois meio-campistas hábeis e um trio de atacantes. Os jogadores mudam bastante de posição, com enorme disciplina tática. Será um jogo difícil, porém o Brasil tem mais chances de vencer.
Ancelotti deve manter a escalação e a formação tática, com quatro defensores, um trio de meio-campistas (Casemiro pelo centro, Bruno de um lado e Paquetá do outro), Rayan pela direita, atacando e voltando para marcar, formando um quarteto no meio-campo na proteção aos defensores. Matheus cunha centralizado, sem precisar voltar para marcar pela esquerda, atua mais próximo de Vini livre, que se movimenta por todo o ataque. Contra a Escócia, faltou mais compactação e mais intensidade para recuperar a bola.
O gol no início da partida, após falha grave do zagueiro, pressionado por Rayan, mudou todo o planejamento da Escócia. Eles, que provavelmente iriam marcar muito atrás para contra-atacar, tiveram que avançar. Deixaram enormes espaços na defesa e continuaram fracos no ataque.















