Segundo a Polícia Civil fluminense, além dos supostos acionistas do antigo banco BCM, a investigação apura envolvimento de agentes públicos e ex-integrantes de um órgão público Junta comercial do RJ diz estar ‘à disposição das autoridades' após operação policial contra banco ‘ressuscitado’ após 60 anos — Foto: Unsplash A Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja) informou que está “à disposição das autoridades competentes” ao ser questionada sobre Operação Lázaro da Polícia Civil, deflagrada hoje. Nesta quinta-feira (25), policiais civis da Delegacia de Defraudações (DDEF) do Rio de Janeiro deflagraram a ação, que tem como objetivo de apurar suposto esquema para “reativar” um banco extinto há mais de 60 anos para tentar se apropriar de crédito superior a R$ 1 bilhão. A Polícia Civil informou que, além dos supostos acionistas do banco, a investigação apura envolvimento de agentes públicos e ex-integrantes de um órgão público. Os investigadores não informaram nome do órgão. No entanto, de acordo com o portal g1, entre os alvos da operação estão, além de supostos acionistas do banco, integrantes da Jucerja. A Polícia Civil também não revelou o nome da instituição, mas seria o Banco de Crédito Móvel (BCM), segundo apuração o portal g1. “A Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja) acompanha os desdobramentos da ação policial realizada nesta quinta-feira (25)”, informou o órgão, em nota, ao ser questionado pelo Valor sobre o tema. A junta informou ainda que está à disposição das autoridades competentes “para prestar os esclarecimentos que se fizerem necessários, colaborando com a investigação de fatos relacionados à gestão anterior”, segundo a nota.