Máquina chinesa venceu disputa de velocidade de processamento, tema estratégico para Pequim na era da IA. EUA tem três dos cinco líderes do ranking. Alemanha tem outro 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Semicondutores: China investe algo em capacidade de processamento — Foto: Bloomberg RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/06/2026 - 22:13 China Lidera Ranking de Supercomputadores com LineShine de 2,2 Exaflops A China superou os EUA, conquistando o título de supercomputador mais potente do mundo com o LineShine, que liderou o ranking TOP500. O marco destaca a estratégia chinesa em desenvolver tecnologia própria na era da IA. O LineShine alcançou 2,2 exaflops, superando o El Capitan dos EUA. Construído com processadores locais, marca a primeira liderança chinesa desde 2017. EUA ainda ocupa três posições no topo, com a Alemanha em quinto. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma máquina chinesa tornou-se o supercomputador mais potente do mundo, pondo fim a uma década de domínio dos Estados Unidos, o que destaca os esforços de Pequim para desenvolver computadores com sua própria tecnologia. O sistema, chamado LineShine, liderou o ranking TOP500, divulgado na segunda-feira na conferência de ciências da computação ISC em Hamburgo, Alemanha. Velocidade de processamento é uma prioridade estratégica para a China, ainda mais em plena corrida da inteligência artificial (IA). Esta é a primeira vez desde 2017 que um supercomputador chinês lidera a lista, publicada duas vezes por ano desde 1993 e que serve como uma referência informal para as superpotências da computação mundial. O LineShine destronou o El Capitan, um computador do Departamento de Energia dos EUA que ficou em segundo lugar. Localizada na cidade de Shenzhen, no sul da China, a máquina atingiu uma velocidade de 2,2 exaflops, uma medida da quantidade de cálculos que um computador consegue realizar por segundo. Um aspecto crucial é que o LineShine foi construído inteiramente com processadores projetados na China, em vez dos chips fabricados nos EUA que alimentam a maioria dos sistemas mais potentes do mundo. Os Estados Unidos continuam ocupando três dos quatro primeiros lugares. O alemão Jupiter Booster ficou em quinto lugar.