A coreografia é uma das sensações da Copa do Mundo; na última partida da seleção nórdica até os jogadores a reproduziram 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Crianças norueguesas imitam 'remada viking' da torcida da Noruega — Foto: Reprodução/Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/06/2026 - 13:28 Crianças norueguesas viralizam com dança "barco viking" na Copa Um vídeo de crianças norueguesas imitando a coreografia "barco viking" viralizou, destacando-se como sensação na Copa do Mundo. Após a vitória da Noruega sobre o Senegal, os jogadores e torcedores reproduziram o movimento em campo. A coreografia, inspirada em shows de heavy metal, foi replicada por crianças em Oslo, reforçando o espírito festivo da torcida nórdica nesta edição do torneio. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um vídeo de crianças norueguesas reproduzindo a coreografia do "barco viking" viralizou nas redes sociais nesta terça-feira. O movimento, que simula remadas dos guerreiros nórdicos, está sendo levado pela torcida da Noruega às partidas de sua seleção na Copa, e virou uma das sensações do campeonato. Após a vitória dos escandinavos sobre Senegal, na última segunda-feira, os jogadores da Noruega reproduziram, em campo, a "remada". A seleção se sentou no gramado e fez a coreografia inspirada nos antigos navegadores vikings junto com a sua torcida. O capitão da equipe, o meia Odeegard, regeu o grupo como um maestro, tocando um alto tambor, que embalou toda a federação norueguesa presente e as arquibancadas. A cena foi assistida em um telão por cerca de 15 crianças norueguesas que acompanhavam a partida. Uma mulher que seria sua professora decidiu reger os pequenos para que eles imitassem a coreografia junto com os atletas e a torcida. O momento foi postado nas redes sociais e viralizou na web nesta terça-feira. De acordo com as postagem, o registro foi feito em uma escola de Oslo, na capital da Noruega Coreografia tem origem no heavy metal "Celebramos ainda mais a Noruega", afirma a legenda da postagem que exibe as crianças "remando". Apesar de relembrar os guerreiros nórdicos, a coreografia teve origem em shows de heavy metal. Antes de ir para as arquibancadas, o "rowing pit", como é chamado no mundo do rock, já era feito em shows de bandas como o Amon Amarth, da Suécia , e o Euliveitie, da Suíça, adeptas do folk metal ou do viking metal — essa vertente da música pesada vem de uma lenda do gênero, a banda sueca Bathory. Banda de um homem só, Thomas "Quorton" Forsberg (1966-2004), depois de seu início, nos anos 1980, o Bathory foi por um caminho de som mais lento e, nas letras, direcionado à mitologia nórdica, o que lhe rendeu o apelido de viking metal. Nas últimas décadas, o gênero se espalhou por outros países, com nuances que o aproximam do folk metal -- aquele heavy metal com elementos do folclore de cada país, representado no Brasil por bandas como o Tuatha de Dannan, e a mania do rowing pit extrapoloo o gênero, sendo vista em shows de artistas distantes do rock pesado, como a cantora pop americana Halsey. Nesta segunda-feira, os remadores apareceram mais uma vez, desta vez no futebol. Depois da vitória da seleção norueguesa, o meia Odegaard, do Arsenal, foi o maestro da festa. Com um tambor e baquetas, o jogador orquestrou os movimentos sincronizados dos demais jogadores e dos torcedores nas arquibancadas. Sem disputar uma Copa do Mundo há 28 anos, a Noruega já alcançou sua melhor campanha em termos de pontuação na história do torneio. Com a vitória por 3 a 2 sobre o Senegal, os noruegueses chegaram aos seis pontos e superaram seus desempenhos anteriores.