Meia Odegaard, do Arsenal, foi o maestro da festa dos jogadores da Noruega após a partida 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Jogadores da Noruega fazem remada viking — Foto: Buda Mendes/Getty Images/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/06/2026 - 23:32 Jogadores noruegueses celebram vitória com "barco viking" no Mundial Após vitória sobre Senegal na Copa do Mundo, jogadores da Noruega, liderados por Odegaard, replicaram a coreografia do "barco viking" em campo, inspirada em shows de heavy metal. A prática, conhecida como "rowing pit", tem origem em bandas de viking metal como Amon Amarth, e se popularizou além do gênero. A Noruega alcançou sua melhor campanha em 28 anos, com seis pontos no torneio. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Após a vitória sobre Senegal, nesta segunda-feira, os jogadores da Noruega reproduziram, em campo, a remada viking que viralizou com sua torcida nesta Copa do Mundo. A seleção se sentou no gramado e fez a coreografia inspirada nos antigos navegadores vikings, mas que teve origem em shows de heavy metal. Antes de ir para as arquibancadas, o "rowing pit", como é chamado no mundo do rock, já era feito em shows de bandas como o Amon Amarth, da Suécia , e o Euliveitie, da Suíça, adeptas do folk metal ou do viking metal — essa vertente da música pesada vem de uma lenda do gênero, a banda sueca Bathory. Banda de um homem só, Thomas "Quorton" Forsberg (1966-2004), depois de seu início, nos anos 1980, o Bathory foi por um caminho de som mais lento e, nas letras, direcionado à mitologia nórdica, o que lhe rendeu o apelido de viking metal. Nas últimas décadas, o gênero se espalhou por outros países, com nuances que o aproximam do folk metal -- aquele heavy metal com elementos do folclore de cada país, representado no Brasil por bandas como o Tuatha de Dannan, e a mania do rowing pit extrapoloo o gênero, sendo vista em shows de artistas distantes do rock pesado, como a cantora pop americana Halsey. Nesta segunda-feira, os remadores apareceram mais uma vez, desta vez no futebol. Depois da vitória da seleção norueguesa, o meia Odegaard, do Arsenal, foi o maestro da festa. Com um tambor e baquetas, o jogador orquestrou os movimentos sincronizados dos demais jogadores e dos torcedores nas arquibancadas. Sem disputar uma Copa do Mundo há 28 anos, a Noruega já alcançou sua melhor campanha em termos de pontuação na história do torneio. Com a vitória por 3 a 2 sobre o Senegal, os noruegueses chegaram aos seis pontos e superaram seus desempenhos anteriores.
Sucesso na Copa, coreografia norueguesa do 'barco viking' tem origem em shows de heavy metal; entenda
Meia Odegaard, do Arsenal, foi o maestro da festa dos jogadores da Noruega após a partida
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