Após quase três décadas de ausência, a Noruega voltou à ribalta para disputar o seu quarto Campeonato do Mundo, segundo nos EUA, onde os adeptos encarnam os antepassados vikings, apoiando a equipa de Aursnes, Schjelderup, Odegaard e Haaland ao ritmo entoado nos "Langskip" ou "Drakkar", navios de guerra usados na incursões e transporte de tropas há mais de mil anos.Em Massachusetts, onde a Noruega - uma das principais responsáveis por nova ausência da "squadra azzurra" numa fase final de um Mundial - bateu, na estreia, a congénere iraquiana (4-1) para assumir a liderança do Grupo I (que partilha com a França), ecoa o grito "remem, remem, remem", com os adeptos escandinavos a imitarem os remadores vikings numa coreografia determinada pelo ribombar dos tambores.Uma "tradição" que pode ser presenciada nos estádios, nas ruas, nas praças, nos transportes públicos, em escadas rolantes e nos centros comerciais de uma região que os vikings exploraram no século IX.
— Actu Foot (@ActuFoot_) June 19, 2026
Isto, de acordo com as "sagas nórdicas", contos históricos que relatam a incursão (apoiada cientificamente) do explorador viking Leif Eriksson à Terra Nova, no Canadá, e à costa nordeste dos Estados Unidos, por volta de 1021 d.C., 500 anos antes de Cristóvão Colombo ter "descoberto" a América.Agora, a poucos dias do confronto que pode selar a passagem à fase seguinte, com o Senegal, no MetLife, em Nova Jérsia, o parlamento norueguês associou-se à festa, numa manifestação inédita dos deputados. Tudo em pleno "Storting", em Oslo, na casa da democracia, onde o presidente do parlamento, Masud Gharahkhani, teve a ideia que está a tornar-se viral nas redes sociais.










