Estudantes que ingressarem agora em cursos de medicina precisarão comprovar, no último ano da graduação, proficiência no Enamed (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica) para conseguir o registro profissional.

A exigência foi criada por uma MP (medida provisória) assinada pelo presidente Lula (PT), que transforma o exame em requisito para o exercício da medicina no país.

O modelo, válido para ingressos a partir da última sexta-feira (19), prevê duas etapas obrigatórias ao longo da graduação, aplicadas no quarto e no sexto ano. A primeira tem caráter apenas diagnóstico, servindo para avaliar a qualidade da formação tanto para o aluno quanto para a instituição. Já a nota do sexto ano é a que vale para a obtenção do registro profissional e passa a constar no histórico escolar do estudante.

A prova do Enamed segue apenas teórica, sem etapa prática. O candidato precisa atingir 60 pontos (em escala de 0 a 100) para ser considerado proficiente. Caso não consiga, pode tentar quantas vezes for necessário, já que o exame passa a ser aplicado semestralmente.

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