A defesa de Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula (PT) no Senado, apresentou um recurso a André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), contra a decisão do ministro que autorizou a busca e apreensão em endereços do senador ocorrida na quinta-feira (18).
A defesa argumenta que existem "erros graves que comprometem a medida", entre eles o de que o senador "jamais atuou no Congresso Nacional para favorecer o Banco Master".
Com o recurso, a defesa busca, por exemplo, anular as provas obtidas com a busca e apreensão em endereços do senador. Caso Mendonça negue o pedido, os advogados devem recorrer à Segunda Turma do Supremo.
A Polícia Federal vê suspeitas na atuação parlamentar do senador. Segundo a decisão que autorizou as buscas e apreensões, há indícios de que Wagner atuou a favor do empresário no Congresso Nacional.
Uma das pautas mencionadas é a de uma emenda em medida provisória convertida em lei de 2022, que trata de ampliação de crédito consignado. A atuação aconteceu em data próxima, segundo a PF, de relações contratuais entre o Master e a empresa da esposa de seu enteado.











