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São centros ou clínicas que se promovem como espaços de medicina “integrativa” ou “funcional”, garantindo que oferecem uma medicina diferente, holística e que coloca as pessoas, o bem-estar e a prevenção em primeiro plano. Mas apenas replicam o que já deve ser feito com médicos de família (prevenção e alianças com a nutrição ou psicologia) ou acrescentam pseudociência (como ozonoterapia ou terapia quântica). Apesar de se definirem como espaços de saúde, vendem-se como centros de medicina “integrativa” ou “funcional” – especialidades médicas que não existem. Ainda assim, oito destes centros arrecadaram mais de 1,2 milhões de euros em fundos europeus na última década.Os leitores são a força e a vida do jornalO contributo do PÚBLICO para a vida democrática e cívica do país reside na força da relação que estabelece com os seus leitores.Para continuar a ler este artigo assine o PÚBLICO.Ligue - nos através do 808 200 095 ou envie-nos um email para assinaturas.online@publico.pt.

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22 de Junho de 2026