“Orkhestra Phántasma”, em cartaz no Teatro Antunes Filho, do Sesc Vila Mariana, radicaliza no protagonismo das sonoridades Milla Fernandez e Thalin em “Orkhestra Phántasma”: sons, ruídos e memórias do passado — Foto: Mayara Azzi/Divulgação “Orkhestra Phántasma”, o novo espetáculo de Felipe Hirsch, nasceu das visitas mensais que o diretor tem feito à casa onde cresceu e viveu o começo da juventude em Curitiba. O imóvel está vazio desde que a mãe do artista, de 86 anos, que convive com a doença de Alzheimer, foi morar em uma clínica. Nas passagens pela cidade, Hirsch reencontrou sons, ruídos e memórias do passado que insistem em se fazer presente.
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