Relatos mostram que apoio efetivo de homens vai além da mentoria e gera ganhos para ambos Em estudo de alunas de mestrado de Stanford, a empreendedora Ana Fontes (acima), e as executivas Jeane Tsutsui, Patricia Muratori Calfat e ClaudiaWoods (fotos abaixo) falam sobre como alianças construídas com homens impactaram as carreiras de todos — Foto: Nilani Goettems/Valor Depois de três trimestres tendo aulas no mestrado da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, as brasileiras Elisa Pereira e Fabiana Moreno tiveram apenas uma professora mulher, Suzie Noh. Aquilo despertou a vontade, nas duas, de investigar a dificuldade de ascensão das mulheres na hierarquia corporativa. Mas elas queriam outro viés de abordagem. “Há uma exaustão do conceito da pauta das mulheres, pela forma como as pessoas vem estruturando essa conversa”, diz Moreno, que é diretora executiva na Globo. “O discurso pode estar cansativo, a agenda avançou sim, mas isso [que há poucas mulheres] ainda é real. É preciso continuar falando sobre o tema, mas talvez reinventar a forma de falar.”

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