0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Governador em exercício, desembargador Ricardo Couto de Castro — Foto: Alexandre Cassiano O Supremo Tribunal Federal (STF) vai jogar parado quando o assunto passar por eleições para mandato-tampão no Rio de Janeiro. Três magistrados relataram à coluna que não acreditam haver tempo hábil para a realização de uma nova eleição no estado. Entre os motivos citados por eles estão a excepcionalidade do caso e o cenário complexo da política do Rio. Os magistrados avaliam que o pedido de vista feito pelo ministro Flávio Dino vencerá só em agosto por causa do recesso. Além disso, não descartam que possa haver outro pedido de vista. A leitura dos ministros é que há grande chance de o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Ricardo Couto, seguir no comando interino do estado. Ele passou a ocupar o cargo por determinação do próprio STF. A atuação de Couto tem sido elogiada por integrantes do STF. Em reunião com ministros da corte, o governador interino falou do pente-fino que passou a fazer na administração Castro, com levantamento e exoneração de funcionários fantasmas e encerramento de contratos de fachada. O PL promete insistir em ações na Justiça para que o presidente da Alerj, Douglas Ruas, que é do partido, assuma o posto. Com o objetivo de que Ruas concorra ao governo do estado contra Eduardo Paes (PSD), a legenda avalia que, na cadeira de governador buscando a reeleição, Ruas seria mais competitivo. O ministro Luiz Fux já negou o pedido do PL com essa demanda. Fux argumentou que o STF já determinou que Ricardo Couto fosse o governador até a corte julgar os questionamentos do sistema adotado na eleição indireta no estado. O mesmo pedido foi negado anteriormente pelo ministro Cristiano Zanin.
Nenhuma mudança no front do STF sobre as eleições no Rio
Nenhuma mudança no front do STF sobre as eleições no Rio








