Mediadores passaram semanas trabalhando discretamente para elaborar um plano que superasse 50 anos de hostilidades entre Washington e Teerã Trump (à dir.) com o emir Sheikh Hamad al-Thani, do Catar - país que é um dos canais preferidos dos EUA para o Oriente Médio -, em reunião bilateral à margem do G7 — Foto: Julia Demaree Nikhinson/AP Por algumas horas em Teerã, os mediadores do Catar se permitiram acreditar que o pior poderia já ter acabado. Após semanas de idas e vindas entre dois inimigos ferrenhos e de um dia exaustivo de conversas com autoridades do Irã, a pequena delegação vislumbrou a materialização de um acordo no qual estivessem incluídos a extensão do cessar-fogo, a reabertura do Estreito de Ormuz e um arcabouço para guiar as negociações nucleares.

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