Mediadores passaram semanas trabalhando discretamente para elaborar um plano que superasse 50 anos de hostilidades entre Washington e Teerã

EUA devem liberar ativos iranianos congelados e abordar programa nuclear em negociações subsequentes, dizem autoridades

Mas as narrativas seguem divergentes, com o presidente Trump e Teerã declarando vitória

Questões cruciais, como o programa nuclear iraniano, deverão ser abordadas posteriormente

Autoridades americanas e iranianas afirmaram que texto final foi fechado no domingo; questões centrais serão debatidas após reabertura do Estreito de Ormuz

Apesar do alívio momentâneo, risco nuclear permanece, e tensões com Israel não foram resolvidas

Principal compromisso envolve remoção de minas do estreito de Hormuz e retirada do bloqueio naval americano

Washington e Teerã assinaram acordo para interromper o conflito que travam no Oriente Médio, mas ainda há divergências a serem negociadas para que a paz seja selada em definitivo.

Memorando de entendimento prevê a extensão por mais 60 dias o frágil cessar-fogo anunciado em abril e a reabertura de Ormuz, que tem sido bloqueado pelo país persa desde fevereiro

Mediadores passaram semanas trabalhando discretamente para elaborar um plano que superasse 50 anos de hostilidades entre Washington e Teerã

Termos revelam compromissos de ambos os lados, como a suspensão de sanções americanas e o respeito à soberania mútua

O acordo, que adiou muitas das questões mais difíceis para negociações futuras, foi costurado após uma corrida contra o tempo de última hora

Expectativa é de que novas tratativas comecem a partir de sexta-feira, após cerimônia pela assinatura do termo inicial pelos presidentes dos dois países

O texto estabelece um prazo de 60 dias em regime de cessar-fogo para a discussão dos detalhes do acordo final. Programa nuclear iraniano está entre os temas que serão debatidos…