Captação recorde evidenciou capacidade de adaptação da indústria a ambiente de juros elevados e mostrou importância de abordagem cada vez mais técnica e seletiva O ano de 2025 foi marcado pela continuidade do ciclo de aperto monetário iniciado pelo Banco Central do Brasil no fim de 2024, levando a taxa Selic a 15,0% ao ano, patamar em que permaneceu até o início de 2026. Em um ambiente de juros elevados, era de se esperar que os fundos imobiliários (FIIs) encerrassem 2025 com um volume de captações via ofertas primárias (ou seja, dinheiro novo) inferior ao de 2024. No entanto, o movimento observado foi justamente o oposto: os FIIs encerraram 2025 com uma captação de recursos recorde de R$ 63,2 bilhões, englobando todos os segmentos, um aumento de quase 60% em relação ao volume captado no ano anterior.

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