A sinalização de que um primeiro passo em direção ao fim da guerra no Oriente Médio pode ser dado nesta semana, com chances de reabertura do Estreito e Ormuz, faz com que o prêmio de risco dos ativos globais alivie nesta sessão. Os preços do petróleo voltam a cair, com o contrato futuro mais líquido sendo negociado a US$ 83 o barril. No Brasil, essa melhora se reflete principalmente no mercado de juros. Perto das 12h35, a taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2028 recuava de 14,51% do ajuste anterior para 14,31%. Já no exterior, o rendimento do título do Tesouro americano de dez anos recuava de 4,489% do fechamento anterior para 4,462%. No mercado acionário, as bolsas de NY tinham alta firme, com o S&P 500 em valorização de 1,77%, enquanto o índice Nasdaq avançava 2,76%. No Brasil, o Ibovespa ganhava 0,77%, aos 172.459 pontos. No Brasil, o mercado de câmbio era o que menos se beneficiava do movimento, em parte porque o preço do petróleo mais elevado vinha dando base para a moeda local se fortalecer devido à melhora nos termos de troca do país. Perto do horário mencionado, o dólar à vista recuava 0,23%, a R$ 5,0502. O euro comercial, por sua vez, avançava 0,03%, a R$ 5,8581. No exterior, o dólar avançava 0,35% contra a coroa norueguesa e 0,24% ante o peso mexicano.
Expectativa pelo fim da guerra entre EUA e Irã beneficia ativos de risco
No Brasil, o mercado de câmbio é o que menos se beneficiava do movimento








