A educação superior brasileira atravessa um momento de redefinição. Não se trata apenas de digitalizar salas de aula, mas de responder a uma pergunta fundamental: como a academia pode, de fato, transbordar seus muros e impactar a realidade social?
No próximo dia 17 de junho, a 10ª edição do Programa Transform(ação) do Centro Universitário Faap oferece uma resposta tangível, unindo o rigor técnico da comunicação à urgência do empreendedorismo social.
Chegar à 10ª edição não é apenas um marco cronológico; é a consolidação da extensão universitária como um pilar estratégico. Ao longo de três anos de coordenação desta jornada, tenho testemunhado como a prática extensionista deixou de ser um apêndice do currículo para se tornar o coração de uma formação humanizada.
O que entregamos não são apenas projetos acadêmicos, mas evidências reais de impacto para a sociedade e para o MEC (Ministério da Educação).
Neste semestre, o desafio ganha contornos de superprodução. Cinco agências experimentais de alunos de produção audiovisual assumiram a missão de dar voz a instituições fundamentais: Instituto Estrela do Amanhã, Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Unibes Cultural, Procuradoria Geral do Estado de São Paulo e Tucca (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer).












