PUBLICIDADE Segundo mediador paquistanês, Washington e Teerã chegaram a um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio 'imediata e permanentemente' em todas as frentes, incluindo o Líbano 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Navio carregado com petróleo nos Emirados Árabes Unidos — Foto: Karim Sahib/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 15/06/2026 - 00:12 Acordo EUA-Irã Reduz Preço do Petróleo e Impulsiona Bolsas Asiáticas Os preços do petróleo caíram cerca de 4% após um acordo entre EUA e Irã para encerrar o conflito no Oriente Médio. O Brent caiu para US$ 83,81 e o WTI para US$ 80,89 por barril. Bolsas asiáticas subiram, com o Nikkei 225 e o Kospi disparando. O acordo visa reabrir o Estreito de Ormuz, crucial para o tráfego de petróleo. A guerra impactou mercados globais desde fevereiro, mas sinais de paz animam investidores. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Os preços do petróleo caíram cerca de 4% na abertura do mercado asiático nesta segunda-feira, após os Estados Unidos e o Irã anunciarem um acordo para encerrar o conflito no Oriente Médio. Por volta das 00h45 GMT desta segunda-feira (21h45 de domingo em Brasília), o preço do petróleo Brent do Mar do Norte para entrega em agosto, referência global do mercado, caiu 4,03%, para US$ 83,81 por barril. O West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, caiu 4,7%, para US$ 80,89 por barril, após ter recuado quase 5% na abertura. Enquanto isso, as bolsas de Tóquio e Seul abriram em forte alta, impulsionadas pelo acordo entre os Estados Unidos e o Irã. O índice japonês Nikkei 225 subiu 4,99%, enquanto o Kospi da Coreia do Sul disparou 5,54%. Washington e Teerã chegaram a um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio "imediata e permanentemente" em todas as frentes, incluindo o Líbano, anunciou o mediador paquistanês na segunda-feira (horário local, noite de domingo em Brasília). Veja fotos do Estreito de Ormuz, foco de tensão entre Irã e Estados Unidos 1 de 12 Navio comercial visto da costa de Dubai em meio ao fechamento do Estreito de Ormuz — Foto: AFP 2 de 12 Estreito de Ormuz é uma região entre Irã e Omã — Foto: Reprodução/Nasa X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 Navios na costa de Dubai em meio à crise no Estreito de Ormuz — Foto: AFP 4 de 12 Imagem de satélite mostra a localização do Estreito de Ormuz — Foto: Divulgação/Nasa via AFP X de 12 Publicidade 5 de 12 Navio é visto perto da costa de Ras al-Khaimah, nos Emirados Árabes Unidos, a caminho do Estreito de Ormuz — Foto: AFP 6 de 12 Navio da Guarda Revolucionária em exercício no Estreito de Ormuz — Foto: SEPAH NEWS / AFP X de 12 Publicidade 7 de 12 Lancha se aproxima de navio no Estreito de Ormuz — Foto: Giuseppe CACACE / AFP 8 de 12 Lancha trafega pelo Estreito de Ormuz perto da costa dos Emirados Árabes Unidos — Foto: FADEL SENNA / AFP X de 12 Publicidade 9 de 12 Cargueiro tailandês foi atacado perto do Estreito de Ormuz, no último dia 11 — Foto: AFP 10 de 12 Navios petroleiros na região do Estreito de Ormuz — Foto: Giuseppe Cacace/AFP X de 12 Publicidade 11 de 12 Petroleiros seguem fundeados no Terminal de Carga de Khor Fakkan, nos Emirados Árabes Unidos, no Estrei no Ormuz — Foto: AFP 12 de 12 Navio da Marinha iraniana participa de exercícios navais na região do Estreito de Ormuz — Foto: EBRAHIM NOROOZI /JAMEJAMONLINE/ AFP PHOTO X de 12 Publicidade Passagem crucial para o comércio mundial é tema central na guerra entre países O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nas redes sociais que o Estreito de Ormuz seria reaberto após a assinatura do acordo na sexta-feiera. O tráfego por essa via navegável estratégica estava paralisado desde o início do conflito no final de fevereiro, provocando uma forte alta nos preços do petróleo. Um quinto do petróleo bruto mundial normalmente passa pelo Estreito de Ormuz. "Antes do conflito, cerca de 140 navios transitavam pelo estreito diariamente. O tráfego melhorou, mas permanece bem abaixo do normal. Uma verdadeira reabertura teria, portanto, um impacto imediato (...)" nos preços do petróleo, disse Stephen Innes, analista da SPI Asset Management, no domingo. Confira antes e depois da destruição em áreas do Irã 1 de 12 ANTES: Estruturas no quartel-general da Força Aeroespacial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 2 de 12 DEPOIS: em várias estruturas no quartel-general da Força Aeroespacial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 ANTES: base de mísseis em Garmdarreh, a leste da cidade de Karaj — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 4 de 12 DEPOIS: base de mísseis em Garmdarreh, a leste da cidade de Karaj — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 5 de 12 ANTES: guarnição de Khorramabad e ao complexo de mísseis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 6 de 12 DEPOIS: consequências dos ataques aéreos à guarnição de Khorramabad e ao complexo de mísseis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 7 de 12 DEPOIS: consequências dos ataques aéreos à guarnição de Khorramabad e ao complexo de mísseis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 8 de 12 Impacto nas instalações de drones no Aeroporto de Chabahar, em Konarak — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 9 de 12 Danos também em Konarak, no Aeroporto Internacional — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 10 de 12 Base Naval de Konarak: navios destruídos e afundando, além de vários prédios alvejados — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 11 de 12 ANTES: Sistema de radar, Base Aérea de Zahedan — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 12 de 12 DEPOIS: Sistema de radar destruído, Base Aérea de Zahedan — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade Registros divulgados pela empresa de monitoramento Vantor mostram a extensão dos danos em bairros de Teerã após dias de bombardeios, enquanto o número de mortos no Irã já chega a pelo menos 787. Os mercados globais de energia vêm sendo fortemente impactados pela guerra desde o início do conflito, no fim de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel atacaram o Irã com o objetivo de conter seu programa nuclear. A resposta de Teerã incluiu ataques em diversas áreas do Golfo Pérsico e o fechamento do Estreito de Ormuz, por onde, em tempos de normalidade, transitava cerca de um quinto do petróleo comercializado globalmente. Paralelamente, forças americanas também impuseram um bloqueio a embarcações ligadas ao Irã. Após dispararem no início da guerra, os preços do petróleo perderam força nas últimas semanas diante dos sinais de aproximação entre Washington e Teerã e de indícios de retomada parcial dos fluxos de petróleo pelo estreito. Além disso, países desenvolvidos recorreram às suas reservas estratégicas de petróleo, enquanto grandes importadores, especialmente a China, reduziram suas compras. Embora o acordo represente um importante alívio para os produtores de energia do Golfo, para a indústria global de transporte marítimo e para os consumidores, ainda existem obstáculos para a normalização completa do tráfego em Ormuz. Entre eles estão a remoção de minas navais e a definição das novas exigências do Irã para o controle das embarcações que atravessam a região. Os contratos futuros de gás natural na Europa também registraram forte queda, chegando a recuar até 5,8%.
Preços do petróleo despencam, e bolsas asiáticas sobem após acordo entre Irã e EUA
Segundo mediador paquistanês, Washington e Teerã chegaram a um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio 'imediata e permanentemente' em todas as frentes, incluindo o Líbano















