Se a seleção brasileira tiver sucesso na Copa do Mundo, será por muito trabalho nas próximas cinco semanas. Não adianta escutar profetas do apocalipse anunciando a queda, que pode haver, para depois comemorar a profecia. O diagnóstico está claro: o Brasil perdeu quatro anos.
Os últimos 12 meses de Carlo Ancelotti poderiam ter trazido o time mais bem acabado à Copa. E ele comete erros, como convocar 15 jogadores com experiência em perder Mundiais. O técnico italiano também já percebeu que cometeu equívocos na lista final e vai ter de tentar corrigir com o que possui.
A única solução é tornar o time mais leve.
Casemiro não pode jogar com a dureza de uma jamanta fazendo curvas na estrada de Santos. Pode ser substituído por Fabinho; ou Éderson. Danilo, do Botafogo, e Endrick pedem para entrar na equipe. Não com a boca, com os pés.
O maior dilema é a lateral direita. A perda de Wesley e a ideia louca de usar Ibañez na posição obrigam a escalar quem foi à Copa apenas como líder. Danilo é referência para Ancelotti por dizer e mostrar onde há campos minados. Não era para precisar jogar.












