A CBF cometeu mais um erro grosseiro ao realizar reunião de planejamento depois da pior campanha em 60 anos de Copa do Mundo, sem a presença do técnico Carlo Ancelotti, e com discurso assustador.
A meta da reconstrução é ser primeiro colocado na Copa América de 2028 e das eliminatórias para 2030. Santa ignorância, Batman!
A dois meses do retorno das atividades a seleção brasileira, com dois amistosos na Austrália, a pressa para dar satisfação à população e à torcida deveria acontecer com entrevistas coletivas de Carlo Ancelotti, Vinicius Júnior e das referências do futebol atual. E com um plano de metas para os próximos dez anos.
Uma espécie de cinquenta anos em cinco, de Juscelino Kubitschek, lema de campanha à Presidência da República, em 1955, que se tornou slogan da industrialização do país naquele período.
Para o futebol brasileiro, é necessário o plano 40 anos em 4. Não pode ser um bordão, tem de ser uma decisão.








