"É 100% certo que não sou um gênio. Mas é 100% certo que não sou tonto", disse Carlo Ancelotti, poucos dias atrás, à Folha. Seria mesmo necessário um trabalho de gênio para levar o Brasil ao título da Copa do Mundo em meio a um cenário amplamente desfavorável. Mas, como não é tonto, o italiano já chegou aos Estados Unidos de contrato renovado até o Mundial de 2030.
A trajetória da seleção em território americano foi encerrada na tarde de domingo (5), em East Rutherford, com uma derrota para a Noruega. Eliminada nas oitavas de final, na pior campanha desde a queda na mesma etapa em 1990, a equipe verde-amarela tem quatro anos para construir bases sólidas.
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No caminho para 2026, isso não foi possível. O ciclo se desenvolveu no improviso, cheio de solavancos, com quatro treinadores e quase nenhuma estabilidade. Passaram pelo comando técnico o interino Ramon Menezes, o inicialmente interino Fernando Diniz e o breve Dorival Júnior até que chegasse Ancelotti, há pouco mais de um ano.














