O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciam suas decisões sobre juros na quarta-feira (17) Kevin Warsh, presidente do Fed, durante cerimônia de posse na Casa Branca — Foto: Al Drago/Bloomberg As decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos são os principais destaques da semana de 15 a 19 de junho para os participantes do mercado. A expectativa de um acordo entre Estados Unidos e Irã nos próximos dias reduziu parte dos temores relacionados ao conflito no Oriente Médio e levou à retirada do prêmio de risco geopolítico dos juros futuros na sexta-feira. Somado ao alívio trazido pelos números do IPCA de maio, o cenário reforça a atenção dos investidores aos comunicados dos bancos centrais e às pistas sobre a trajetória dos juros nos próximos meses. A reunião do Federal Reserve (Fed) na quarta-feira (17) será a primeira sob o comando de Kevin Warsh, com expectativa de manutenção da taxa básica de juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano. O foco dos investidores estará principalmente nas sinalizações da autoridade monetária sobre os próximos passos da política monetária americana. No Brasil, a queda recente dos juros futuros e a melhora das perspectivas para a inflação voltaram a alimentar apostas de que o Comitê de Política Monetária (Copom) poderá reduzir a Selic em 0,25 ponto percentual nesta semana. Ainda assim, a maior parte do mercado segue projetando a manutenção da taxa básica em 14,50% ao ano.
Agenda de mercados: decisões de política monetária no Brasil e nos EUA são destaque
O Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) e o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciam suas decisões sobre juros na quarta-feira (17)
Warsh mantém taxa Fed em 3,50%-3,75%; Copom avalia corte da Selic em 0,25pp. Impacta custo de capital para fundraising tech, valuações startup cross-border e dinâmica M&A no Brasil.









