Juiz impronunciou Vanessa Alicate, o deputado Renato Machado e o subtenente Davi por entender que não há indícios suficientes de autoria 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Da esquerda para a direita, Rodrigo José Barbosa da Silva, o 'Rodrigo Negão'; Davi de Souza Esteves, o 'subtenente Davi'; e Vanessa da Matta Andrade, a 'Vanessa Alicate' — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/06/2026 - 15:46 Acusados de matar jornalista em 2019 não irão a júri no RJ A Justiça do Rio de Janeiro decidiu não levar a júri popular os acusados pelo assassinato do jornalista Romário Barros, morto em 2019. O juiz impronunciou Vanessa Alicate, o deputado Renato Machado e o subtenente Davi, alegando falta de provas consistentes. A denúncia indicava vingança como motivação, mas baseava-se em relatos frágeis e contraditórios. O Ministério Público também recomendou a impronúncia dos acusados. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Justiça do Rio decidiu não levar a júri popular o deputado estadual Renato Machado, Vanessa da Matta Andrade, conhecida como Vanessa Alicate, e o policial militar reformado Davi de Souza Esteves, acusados de envolvimento na morte do jornalista, empresário e advogado Robson Giorno, executado a tiros em maio de 2019 em Maricá. O juiz Felipe Carvalho Gonçalves da Silva concluiu que as provas reunidas ao longo do processo não são suficientes para demonstrar a autoria ou participação dos réus no crime e determinou a impronúncia dos acusados. O magistrado impronunciou os acusados, decisão que impede o envio do caso ao Tribunal do Júri. O entendimento foi o mesmo adotado pelo Ministério Público, que, ao final da instrução processual, também se manifestou pela impronúncia dos denunciados. Na sentença, o juiz destacou que as provas reunidas durante o processo não permitiram confirmar a versão apresentada pela acusação. Segundo a decisão, apesar da extensa investigação conduzida pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), não surgiram elementos suficientes para sustentar a submissão dos acusados a julgamento popular. Vanessa Alicate, suspeita de ser a mandante da morte do ex-companheiro — Foto: Rede Social A denúncia do Ministério Público apontava Renato Machado como mandante do crime. Já Vanessa Alicate e Davi de Souza Esteves eram acusados de participação na execução do assassinato. Rodrigo José Barbosa da Silva, conhecido como Rodrigo Negão, também figurava entre os denunciados, mas teve a punibilidade extinta após sua morte. Durante a instrução, a investigação buscou demonstrar a existência de uma rede de relações entre os acusados e pessoas ligadas ao caso. Um dos principais elementos mencionados pela polícia eram declarações prestadas pelo pastor David Rezeno Gomes, que relatou episódios envolvendo Renato Machado, Vanessa Alicate e Robson Giorno. Ao longo do processo, porém, os depoimentos passaram a apresentar contradições e versões divergentes, aspecto destacado tanto pela defesa quanto pelo próprio juízo. Na época, a DHNSG sustentava a existência de conexões entre diferentes homicídios ocorridos na cidade em 2019, incluindo as mortes dos jornalistas Robson Giorno e Romário Barros, do vereador Ismael Breve de Marins e de seu filho, o advogado Thiago Marins. Relembre o caso Robson Ferreira Giorno era jornalista, advogado e proprietário do jornal O Maricá. Ele foi assassinado a tiros em maio de 2019, em frente à própria residência, no bairro Boqueirão, em Maricá. Anos depois, a investigação conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público passou a sustentar que o crime teria sido motivado por conflitos envolvendo denúncias e acusações divulgadas pelo jornalista. A tese apresentada pelos investigadores relacionava o homicídio a disputas políticas e pessoais que teriam se desenvolvido na cidade naquele período. Segundo a linha investigativa, Giorno possuía informações consideradas sensíveis sobre personagens influentes da política local e teria se envolvido em conflitos que acabaram se tornando o principal eixo da acusação apresentada à Justiça. A denúncia sustentava que o jornalista teria sido assassinado por vingança em razão de reportagens e publicações que teriam atingido a reputação de Renato Machado e Vanessa Alicate. Segundo o Ministério Público, os executores do crime seriam Rodrigo José Barbosa da Silva, conhecido como Rodrigo Negão, e Davi de Souza Esteves, enquanto Renato Machado e Vanessa teriam atuado como mandantes.
Justiça decide que acusados de envolvimento na morte do jornalista Robson Giorno em Maricá não irão a júri popular
Juiz impronunciou Vanessa Alicate, o deputado Renato Machado e o subtenente Davi por entender que não há indícios suficientes de autoria
**Avviso**: Questo articolo è cronaca criminale brasiliana, non tech/business/AI. Non è pertinente al profilo di Warptech Tech News (manager IT, CTO, responsabili AI italiani). --- La Justizia do Rio impronunciou três acusados pela morte do jornalista Robson Giorno em 2019, determinando falta de provas suficientes de autoria. Apesar de investigação extensiva, as contradições nos depoimentos impediram a submissão ao Tribunal do Júri.






