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GERADO EM: 08/06/2026 - 22:29

Em uma situação incomum, o Ministério Público, a defesa de Jairinho e o assistente de acusação convergiram para anular a sentença do caso Henry Borel. A defesa de Jairinho, condenado a mais de 43 anos, alega parcialidade da juíza. O MP contesta a mudança de homicídio doloso para culposo, que levou ao perdão judicial de Monique Medeiros. Ambos buscam anulação do julgamento, com possíveis novos recursos ao STJ e STF.

Numa situação inusitada para os padrões do Tribunal do Júri, três lados que costumam se opor convergiram para o mesmo objetivo: o Ministério Público, a defesa do ex-vereador e réu Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, e o assistente de acusação que representa Leniel Borel, pai de Henry, recorreram ontem contra a sentença do julgamento da morte do menino em março de 2021. A defesa de Jairinho, condenado a 43 anos e nove meses de prisão, vai alegar parcialidade da juíza Elizabeth Louro, do II Tribunal do Júri. A outra ré no processo, Monique Medeiros, mãe da vítima, recebeu o perdão judicial.