Por Tiago Souza
O torcedor de futebol tem uma relação quase patológica com a memória. Somos capazes de lembrar dos participantes da final caipira do Campeonato Paulista de 1990, mas esquecemos o aniversário de casamento. Acima de tudo, somos apegados às nossas tragédias e glórias, muitas vezes gravadas em fitas VHS mofadas, onde o craque do time parece um amontoado de pixels correndo atrás de uma esfera borrada.
Mas e se a tecnologia pudesse “consertar” a história? E se pudéssemos limpar as arestas do passado e reescrever os roteiros que partiram nossos corações?
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