A Copa do Mundo de 2026 deve movimentar R$ 4,32 bilhões no varejo brasileiro, mas o volume de consumidores traz consigo um problema que o setor conhece bem: a prevenção de perdas fica mais difícil quando o fluxo nas lojas dispara.

Segundo pesquisa da CNDL, SPC Brasil e Offerwise Pesquisas, cerca de 99,2 milhões de brasileiros planejam comprar produtos ou contratar serviços ligados ao torneio entre junho e julho. O número é expressivo, mas para os varejistas ele também representa risco.

É nesse momento que a tecnologia passa a ocupar uma posição que o monitoramento humano sozinho não consegue mais preencher.

Pressão operacional e oportunidade para furtos

Rodrigo Tessari, CEO da Deconve, startup catarinense voltada para prevenção de perdas no varejo físico, aponta que os períodos de alta movimentação concentram os maiores riscos do setor.