CNC projeta aumento real de 6,5% no faturamento neste torneio em relação ao de 2022, para R$ 4,3 bi; companhias investem em ações de menor risco Com juros elevados e inflação em alta, as empresas encaram a Copa do Mundo de 2026 num cenário diferente daquele do torneio de 2022, adotando estratégias para se adequar a uma demanda mais seletiva e a um consumo que deve se voltar para dentro dos lares durante as partidas. O eventual avanço do Brasil para a fase final da disputa pode dar fôlego extra para setores como eletrônicos e bens não duráveis, porém, dada a incerteza, as ações ainda estão centradas em apostas de menor risco e que não exigem muito capital de giro.
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