"Acreditem em mim, ou não acreditem, mas sempre tentamos encontrar uma solução", disse Gianni Infantino, presidente da Fifa, ao comentar o caso do árbitro somali Omar Artan, que foi barrado de entrar nos Estados Unidos, mesmo sendo selecionado para atuar na Copa do Mundo.

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"Talvez às vezes seja melhor simplesmente relaxar. Trabalhamos em tudo, tentamos resolver tudo. Às vezes, começar imediatamente a gritar e berrar tem o efeito oposto ao de encontrar uma solução", afirmou o mandatário.

"Mas então precisamos respeitar que não somos os reis do mundo, que podem comandar governos e forças policiais e sei lá o quê. Somos uma organização esportiva. Tentamos fazer o nosso melhor com os meios que temos para realizar o máximo possível", completou, encerrando o tema.

Antes das perguntas que aconteceram na entrevista coletiva, no Estádio Azteca, na Cidade do México, Infantino deu uma declaração na qual agradeceu aos chefes de Estado Claudia Sheinbaum Pardo, do México, Donald Trump, dos EUA, e Mark Carney, do Canadá.